Tratamento
Anexos on-line
Anexo 1 on-line
Desfechos clínicos e farmacocinética dos fármacos de primeira linha (rifampicina, isoniazida, etambutol e pirazinamida) em crianças (<18 anos) com tuberculose sensível: revisão sistemática e metanálise [em inglês].
Disponível em: https://iris.who.int/handle/10665/354538.
2.2 Atenção e apoio durante o tratamento da TB
Todos os tratamentos administrados devem estar de acordo com as recomendações da OMS, que incluem a atenção e o apoio centrados no paciente, consentimento livre e esclarecido quando necessário, princípios de boas práticas clínicas e monitoramento periódico para avaliar a efetividade do esquema e a segurança do paciente (1). O monitoramento clínico das pessoas em tratamento é importante, e este manual contém informações sobre o monitoramento do tratamento e a utilidade do seguimento pós-tratamento em casos especiais (p. ex., sequelas ou complicações de longo prazo da TB).
2.1 Diagnóstico de TB e teste de sensibilidade aos fármacos
Em todas as populações, recomenda-se fortemente o uso de testes moleculares rápidos e inovadores em lugar dos métodos de baciloscopia e cultura de escarro para o diagnóstico da TB pulmonar e extrapulmonar, pois os testes rápidos permitem obter o resultado no mesmo dia (4). Alguns desses novos testes também indicam a sensibilidade à rifampicina (R), à isoniazida (H) e às fluoroquinolonas (FQ), o que permite confirmar rapidamente o diagnóstico e escolher um tratamento oportuno e efetivo.
1. Introdução
Este manual operacional sobre o tratamento da tuberculose sensível (TB-S) complementa a publicação Directrices unificadas de la OMS sobre la tuberculosis. Módulo 4: Tratamiento. Tratamiento de la tuberculosis farmacosensible [Diretrizes consolidadas da OMS sobre tuberculose. Módulo 4: Tratamento. Tratamento da tuberculose sensível], da Organização Mundial da Saúde (OMS) (1). O manual contém orientações práticas com base em melhores práticas e conhecimentos de áreas como farmacocinética, farmacodinâmica, microbiologia, farmacovigilância e manejo clínico e programático.
Uso de corticosteroides adjuvantes no tratamento da meningite e da pericardite tuberculosa
- Em pacientes com meningite tuberculosa, deve-se usar corticoterapia adjuvante inicial com dexametasona ou prednisolona, com redução gradativa da dose ao longo de 6 a 8 semanas.
(Recomendação forte, evidências de certeza moderada) - Em pacientes com pericardite tuberculosa, pode-se usar uma corticoterapia adjuvante inicial.
(Recomendação condicional, evidências de certeza muito baixa)
Tratamento de TB-S e terapia antirretroviral em pessoas vivendo com HIV/aids
- Em pessoas vivendo com HIV/aids, recomenda-se que a duração do tratamento da TB seja, no mínimo, igual à duração do tratamento de pacientes com TB com sorologia negativa para HIV.
(Recomendação forte, evidências de certeza alta) - Em pessoas vivendo com HIV/aids, a terapia antirretroviral (TARV) deve ser iniciada o mais rápido possível em até 2 semanas após o início do tratamento da TB, independentemente da contagem de linfócitos T CD4+.
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